Celebrando o ritmo da terra

Quando nos conectamos com o ritmo de gaia, a vida faz todo sentido

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Se olharmos para o nosso planeta como a grande mãe que nos nutre e nos protege, dentro do seu infinito amor, sendo abençoadas com o dia e com a noite, com as mudanças das estações e com o movimento cíclico dos elementos que compõem a terra e dentro de nós.

 

Quando percebemos que somos feitos da mesma matéria que a terra, fogo, água e ar reconhecemos essa natureza dentro de nós… Somos sagradas, a terra é sagrada, somos cíclica, a terra é cíclica, somos mulher a terra é feminina.

 

Dentro dos nossos ciclos internos, percebemos as ondas de instabilidade, insegurança e adestramento social que somos constantemente induzidas a viver, as vezes de forma severa e às vezes de forma sutil, porém está sempre lá, nos violando e dominando.

 

E como mulher selvagem, a algo dentro de nós que grita, chora, pede socorro para se libertar de tais padrões, pois é ? e agora!?

 

Imagina a terra, a grande mãe suprema, passando pelos mesmos sentimentos de violação e dominação de seus ritmos e ciclos internos, sendo intoxicada constantemente e vivendo em desarmonia com seus filhos na terra.

 

O festival incentiva a nós mulheres e homens a olharmos mais profundamente sobre as questões de sobrevivência na terra, todos temos o direito de existir. Quanta vida de fauna e flora já deixaram esse plano por consequência de nossa ações de desmatamento, caça, dentre outros. Incentivamos a pensar em conjunto com a força feminina, força que nutre e protege suas crias, como podemos realizar essa humanidade dando chance de vida para todos nós? quem são as pessoas que estão a frente nesse movimento de harmonizar os elementos na terra, descontaminar a água, trazer recurso para o plantio, onde estão as práticas de economias sustentáveis e de que forma podemos implantá-las em nosso dia-a-dia. 

 

São diversas questões a serem vista, analisadas e implantadas em nossa comum unidade. Se percebemos a terra como um espírito feminino que passa por seus ciclos anualmente como menina, donzela, mãe e anciã, vemos a necessidade de olharmos para todos seus ciclos com tal clareza que nos vemos em nossos filhos, mãe e avós, e quais são as necessidades que essas pessoas precisam para estar em paz consigo mesmas e com a terra. 

 

Todos nós dependemos da terra, desse convívio harmônico e prazeroso com ela. Vamos refletir de que forma podemos melhorar nosso convívio, nossa casa, nossas relações, nossa forma de ver a água, a terra a magia do fogo e do ar. Podemos estar juntos, caminhar juntos para uma nova era de harmonia e conexão humana, olhando para o futuro e nós evoluindo como a semente selvagem que quando jogada na terra fértil, cresce e dar frutos a toda uma nação.